Uma comunidade onde a Margarida ensina o que comer, porquê, e o que fazer quando o corpo não colabora. Aulas ao vivo, receitas que se fazem no mesmo dia e um grupo de mulheres a passar pelo mesmo.
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Margarida Silva Costa
Toma-se qualquer coisa para a tensão. Outra para o açúcar. Outra para dormir. E, no dia seguinte, a mesma sensação de que o corpo já não responde como respondia.
Cada comprimido desliga um alarme. Nenhum deles vai ver o que fez o alarme tocar.
Começa-se pela mesa: o que come, e o que o corpo consegue aproveitar disso. Quando o intestino volta a trabalhar e a comida volta a ser comida, o corpo faz sozinho a maior parte do caminho.
Leva semanas, e há uma ordem em que as coisas acontecem.
Cada um destes passos só acontece porque o anterior aconteceu. Quem começa pelo fim anda a empurrar o corpo em vez de o ajudar.
Sem pesar nada e sem contar calorias. Comida que o corpo reconhece, todos os dias. O primeiro passo costuma ser o sumo verde.
É quase sempre aqui que está o nó. Enquanto a digestão não anda, o resto também não anda.
Comer bem só conta quando aquilo que se come chega onde tem de chegar.
É a primeira coisa que as participantes notam. Há quem sinta diferença ao fim de dois ou três dias seguidos de sumo verde.
Nos programas de 2 a 3 meses, a perda habitual é de 3 a 9 kg.
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São as situações que aparecem com mais frequência nas mulheres que entram na comunidade. Estarem nesta lista não quer dizer que se resolvam todas, nem que se resolvam sozinhas.
Há sempre alguém a explicar o porquê de cada passo. É a diferença entre seguir uma receita e perceber o que ela está a fazer ao corpo.
A Margarida explica o que está a acontecer no corpo e o que fazer com isso. As perguntas são respondidas na hora.
Receitas e rotinas que se põem em prática sem esperar pela próxima segunda-feira.
Um sítio para perguntar quando a dúvida aparece. Ninguém fica encalhado sozinho.
Na mesma fase da vida, com os mesmos obstáculos, a passar pelos mesmos avanços.
Trabalho em saúde há 27 anos. Vinte deles como diretora técnica de Farmácia, a entregar às pessoas aquilo que o médico lhes tinha receitado.
Tive asma desde pequena e ela limitou-me durante décadas. Aos 45 anos deixei de a ter, sem medicação, mudando a forma como comia e como vivia. Aconteceu no meu próprio corpo, e foi isso que me fez voltar a estudar.
Formei-me em Terapias Holísticas e há sete anos que acompanho pessoas nesse caminho. Continuo a acreditar que o estado natural do ser humano é a saúde.
[TESTEMUNHO 1 — antes / porquê / transformação, com referência à redução de medicação]
— Nome, idade
[TESTEMUNHO 2 — foco em energia e sono]
— Nome, idade
[TESTEMUNHO 3 — foco em resultados analíticos]
— Nome, idade
[POR CONFIRMAR — tudo indica que é online (aulas ao vivo e grupo), mas não está escrito em lado nenhum. Confirmar com a cliente antes de publicar.]
[POR CONFIRMAR — cadência real das sessões e se ficam gravadas para quem não puder assistir ao vivo. "Sessões regulares" não responde a esta pergunta.]
Não. Nada aqui substitui acompanhamento médico, e nenhuma medicação deve ser alterada sem falar com o seu médico. O que se trabalha aqui é a alimentação e os hábitos. Muitas participantes acabam por rever a medicação com o médico, já com análises novas em cima da mesa.
Depende do que se chama natural. Aqui não há suplementos milagrosos nem chás que resolvem tudo. Há comida, digestão e absorção, que é a base que costuma faltar antes de qualquer tratamento. E há uma vantagem para quem duvida: as primeiras práticas dão para experimentar em poucos dias, sem esperar por resultados a meses.
A maior parte das práticas leva menos tempo do que a ida à farmácia. Começa-se por uma coisa só, feita todos os dias, e só se acrescenta a segunda quando a primeira já está a andar sozinha.
A comunidade é paga e há mais do que um plano. Falamos dos valores na conversa, depois de percebermos o que procura, para lhe sugerirmos o que faz sentido em vez do mais caro. Não há venda à pressão e ninguém fica a insistir.
A comunidade é pensada para mulheres acima dos 40, que é onde este trabalho tem mais histórico e melhor adesão. A Margarida acompanha homens noutros formatos: se for esse o caso, fale connosco à mesma.
Diga-nos o que procura antes de decidir. Preferimos dizer-lhe que não é o sítio certo do que recebê-la à espera de outra coisa.
Deixe o contacto e falamos consigo pelo WhatsApp. Conte-nos o que a trouxe aqui e dizemos-lhe com honestidade se esta comunidade lhe serve. E se não servir, dizemos-lhe isso também.
Resposta em horário útil. Sem compromisso e sem insistência.